Red List #01 – House

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Lá nos primórdios do Redfone, havia uma mania de botar no final de cada post uma sugestão de música para os nossos leitores ouvirem. Essas músicas podiam ser ou não ser relacionadas aos posts em questão. Mas, eu particularmente, parei de botar estas sugestões porque parecia ser uma frase largada no meio do artigo. Bem, meus problemas acabaram!

Red List é basicamente um espaço para os autores deste recinto cirarem playlists para os nossos ouvintes! A primeira Red List é de House Music. Apesar da Elisa ser a manjadora principal do assunto, eu espero que vocês gostem. Esta playlist tem algumas coisas conhecidas, outras não, coisas recentes, coisas um pouco mais antigas, coisas tradicionais e coisas mais estranhas. É uma lista variada para todos os gostos… de house music.

Guru Josh Project – Infinty
Daft Punk – One More Time
Ellie Goulding – Starry Eyed (Russ Chimes Remix)
Archie V – Rainbow n Dash
Swedish House Mafia vs. Knife Party – Antidote
FantomenK – The Massacre
Goldfish – Hold Tight
Alex Galdino – Destination Calabria
Zedd – Clarity (feat. Foxes)
Yelle – Que Veux Tu (Madeon Remix)
Primal Scream – Some Velvet Morning
Avicii – Levels

Mas como eu posso ouvir essa playlist? Agora o RedFone tem um canal no Youtube! E lá estará todas as Red Lists para você ouvir quantas vezes quiser!

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Aaaaaaaa o ZOUK

EIIIIITAAAAAAAA meu povo faz um tempo que ninguém aparece, mas prometo que as postagens ficaram mais frequentes daqui pra frente…

Hoje resolvi falar um pouco do ZOUK um ritmo da dança de salão que vem conquistando cada vez mais as pistas do Brasil afora, mas afinal de onde veio o Zouk?

O zouk é um gênero musical originário das Antilhas (Guadalupe e Martinica). Está presente em vários ritmos brasileiros.

Este género, praticado nas Antilhas francesas (Guadalupe e Martinica), na Guiana Francesa e também em Santa Lúcia. Nos países de expressão francesa ele é cantado, principalmente, em crioulo das Antilhas.

Os criadores do Zouk foram o grupo Kassav’ que misturaram o Calipso, um estilo musical afro-caribenho, e a Makossa, um estilo musical originário das regiões urbanas do Camarões, ganhando o nome de Zouk na Europa, em 1985, através da música “Zouk la sé sèl médickaman nou ni” que cunhou o estilo com o nome Zouk. É de notar que Zouk não era o nome do estilo musical, de facto os Kassav’ nunca tinham atribuído esse nome ao estilo que desenvolveram, significando Zouk em Crioulo do Haiti, festa. Por outras palavras o nome da musica em português é “A festa é o único medicamento que temos”. Como em França pouca gente entendia o Crioulo, e o nome que sobressaia do titulo era Zouk, o estilo passou a ser conhecido por Zouk.

A DANÇA

Zouk – que significa “festa” – é uma dança praticada no Caribe (passada), mais Zouk - Dançafrequentemente nas ilhas de Guadalupe, Martinica e San Francisco. Assim como o merengue o zouk é dançado trocando-se o peso basicamente na cabeça dos tempos musicais (o que muitos professores de dança chamam simplesmente de tempo). Afora algum estilo que utiliza somente a cabeça do tempo, em geral entre as cabeças se marca tambem no intervalo entre as mesmas, no que é chamado de Contratempo (como p. ex. no Samba)- marcado com o chamado 1,2. No Contratempo se faz o movimento característico do Zouk, uma ginga ou um movimento sinuoso (onda) conhecido como Cobrinha.

No Brasil, utiliza-se a música Zouk para uma espécie de dança oriunda da lambada, porém, com movimentos mais adaptados ao andamento da música. A lambada era muito rápida e frenética, impossibilitando muitos passos que existem hoje. A dança zouk brasileira possui hoje vários estilos. Mas a base para a dança nunca deixou de ser a Lambada e os giros e movimentos de braços presentes na Salsa, Soltinho, Rock and Roll e Forro entre outros.

É preciso ter muito cuidado para não confundir a música com a dança. A dança zouk brasileira pode ser dançada com diversos ritmos: kizomba, tarraxinha, cabolove, cabozouk, Zouk R&B. A dança zouk do Caribe (passada) está em muitos lugares como França, Inglaterra. Os principais pólos do zouk caribenho são: Antilhas, Cabo Verde e Haiti. A dança e estilo musical Kizomba, parecida com o Zouk é de origem angolana, tendo forte implementação nos PALOP, mas não está relacionada com o zouk dançado no Brasil.

Enfim na minha opinião o zouk vem fazendo sucesso porque é uma dança com um ritmo envolvente, sensual, com olhares, sensações, que te fez se descobrir enquanto mulher/homem, que te faz querer ser melhor, então é pra mim é uma dança que se dança com o coração e acima de tudo com a alma.

Agora uns vídeos que eu adooooooooooooro

A DIVA DA MINHA VIDA – Alini Lima

A DIVA DA MINHA VIDA – Alini Lima

Bom amados espero que vocês gostem, porque eu AMO

Um Beijo

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The Walking Dead: The Game

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Olha, eu acabei de terminar o jogo do The Walking Dead, o final foi emocionante demais, e… eu to precisando desabafar antes de falar sobre as músicas do jogo. Lembrando que o o desabafo a seguir vai tá cheio de spoilers e palavrões, então leia por sua conta e risco.

Ok… é o seguinte:

PUTA MERDA CARALHO QUE JOGO FODA! VAI ME FAZER CHORAR ASSIM POR PESSOAS QUE NÃO EXISTEM NO INFERNO! PORRA PORRA PORRA! A CLEMENTINE AGORA TÁ SOZINHA! SOZINHA NESSE MUNDO DE MERDA E EU NÃO POSSO FAZER NADA! MERDA DE SEGUNDA TEMPORADA QUE NÃO CHEGA! E O LEE MORREU! EU NÃO TIVE CORAGEM DE PEDIR PRA CLEMENTINE MATAR O LEE! NÃO DÁ! NÃO DÁ PORRA! ISSO IA ACABAR COMIGO! MANDEI ELA IR EMBORA! CARALHO CLEMENTINE! ESSE NOME AGORA SEMPRE IRÁ ME LEMBRAR DA GAROTINHA MAIS FODA DO MUNDO DOS GAMES! PUTA MERDA MELHOR JOGO DO ANO! MELHOR JOGO DA VIDA PORRA!

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OK… to melhor.

Bem, a trilha de The Walking Dead é como um complemento para as próprias cenas do que várias músicas compiladas. São poucas as músicas que eu consigo lembrar, pois algumas são atreladas a momentos que são mais marcantes do que outros.

Acredito que por causa da localização do jogo, parte sul dos Estados Unidos, parte da trilha tem um estilo que lembra da música folk e country com as suas frases no violão. Mas há também a presença de vários instrumentos como orquestras de cordas, o que ajuda em temas que são mais cinematográficos.

Alguns exemplos abaixo.

O mais interessante da trilha é que, como parte dela é fácil de encontrar no Youtube, muitos usuários usam os comentários do Youtube não para discutirem a qualidade da música, mas sim o momento, as decisões e as emoções que o jogo proporcionou.

Por exemplo, a música dos créditos. O vídeo dessa música foi postado há um ano. Os primeiros comentários falavam do que as pessoas achavam da música. Depois que a última parte do jogo saiu, todos os comentários são sobre os momentos finais do jogo.

Se você não jogou The Walking Dead: The Game, recomendo que jogue. Venha pelos zumbis, mas fique pela história.

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Ei, estão tocando música brasileira no meu Rayman!

Esta é a situação: eu, de boa na loga, jogando um pouco de Rayman Origins suave na nave, quando de repente, começa a tocar uma música, mas é uma música que me soa familiar. Devo admitir, que quando eu ouvi essa música, eu parei de jogar só pra ouvi-la com mais atenção. E a primeira coisa que eu pensei logo em seguida foi: “olha só, que bacana”.

Para aqueles que jogaram Rayman Origins na fases do Desert of Dijiridoos, provavelmente ouviram esse chorinho, o bebop brasileiro, composto pelos produtores quando menos esperavam.

Será que Pixinguinha aprova?

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Nujabes – Spiritual State

Cara, eu adoro Nujabes. Se não fosse por ele, minha curiosidade musical seria muito menor e eu não teria apreciação por músicas mais eletrônicas. Devo dizer que eu fiquei triste quando eu soube que ele morreu no começo de 2010.

Jun Seba (1974 - 2010) Rest In Beats

Mas eu fiquei muito surpreso quando eu descobri que lançaram um álbum póstumo dele, o Spiritual State (2011). Teve uma suposta música vazada alguns meses depois que ele se foi, mas ela é totalmente diferente do novo álbum. Aliás, ela nem está no álbum…

O álbum traz o que o Nujabes sabe fazer de melhor: a perfeita mistura de jazz com hip hop. Claro que não foi ele que finalizou o disco, mas da pra sentir que as pessoas encarregadas desse álbum, produtores e artistas da gravadora Hydeout Productions (que pertenceu ao Nujabes), se inspiraram na parte mais serena da música de Jun para criar um álbum que nos deixassem feliz pela obra e pelo legado de Nujabes.

Segue a famosa análise para cada faixa:

SPIRITUAL STATE: A faixa que mostra a serenidade do disco. Um bonito piano, uma percussão leve e uma bela participação do clarinete tocado por Uyama Hiroto.

SKY IS TUMBLING: Há uma influência mais forte de hip hop nessa faixa, como a batida e a participação do rapper Cise Starr. É uma faixa mais intensa comparado com a música Spiritual State. Parece que esta foi uma introdução para Sky Is Tumbling.

GONE ARE THE DAYS: Uma faixa com um ritmo mais latino, afinal Nujabes já usou samples de música brasileira em outros trabalhos. Uyama Hiroto também participa mas dessa vez com o seu sax.

SPIRAL: Essa faixa parece uma mistura dos instrumentos e estilo de Kumomi com a melodia de Another Reflection. Realmente uma faixa relaxante.

CITY LIGHTS: Um rap feito por Pase Rock e Substantial, velhos de guerra da Hydeout Productions. O rap é “cantado” de uma forma calma que combina com a harmonia da música.

COLOR OF AUTUMN: Apesar de ser uma faixa boa, fiquei um pouco decepcionada com ela pois achei que ela faria algum tipo de diálogo com Voice of Autumn. E ela tem menos de 2 minutos… ela merecia um pouco mais de tempo.

DAWN ON THE SIDE:Apesar da batida mais tendenciosa ao hip hop, ela consegue ser muito relaxante graças as melodias de violão e de flauta.

YES: Minha faixa favorita e a mais longa do álbum. A percussão de entrada é mais forte em relação ao que estava acostumado com o álbum até agora e o rap do Pase Rock parece (pa-re-ce) um pouco desajeitado, mas o refrão consegue ser tão simples e tão memorável ao mesmo tempo. E o piano está muito bom.

RAINYWAY BACK HOME: Traz muitas características de Nujabes mas com algumas coisas nova.

FAR FOWLS: Mais agitada que o resto do álbum, mas com uma instrumentalização que me lembra de Emancipator, também colega de Nujabes.

FELLOWS: Faixa com mais influências de hip hop do álbum, com scratches e samples curtos de piano.

WAITING FOR THE CLOUDS: Substantial mostrando o que ele sabe fazer. Uma faixa bonita graças ao seu piano.

PRAYER: Novamente mais caracterísitcas de Nujabes com coisas novas. A bateria é um pouco mais dura que o normal, o que parece não combinar tanto com as melodias de flauta.

ISLAND: Uma faixa que parece que saiu do álbum Modal Soul Classics II, álbum dedicado ao Nujabes. Acho uma faixa adequada para ser como a última.

Pra mim foi difícil analisar música por música, pois só consigo pensar esse álbum como um todo. Finalizando, o disco não tem aquele jeito único que o Nujabes tem, mas você sente sua influência nos músicos que trouxeram o Spiritual State como uma celebração da vida de Nujabes. Eles trouxeram um álbum belo, um álbum bom. Eles trouxeram o porquê que Nujabes será lembrado para sempre. Rest in Peace.

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Ela voltou com o seu momento

Regra 19 da internet: Quanto mais se odeia algo, mais forte esse algo fica.

Rebecca Black recentemente lançou o seu mais novo clipe “My Moment”.

Eu posso falar de muitas coisas, como por que eu não ouço a guitarra quando tocam ela, que o dinheiro da produção aumentou para contratar adultos, que mesmo com menos auto-tune a musica não deixa de ser ruim, mas eu só tenho uma pergunta: quem é que está dublando a Rebecca Black?

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The Dodos – No Color

The Dodos é uma banda de indie rock formada em 2005 por dois manolos de São Francisco: Meric Long (guitarrista) e Logan Kroeber (bateria). Eles tem ao todo 4 álbums: Beware of the Maniacs (2006), Visiter (2007), Time to Die (2009) e No Color (2010) que será criticado nesse post.

Meric e Logan, uma dupla do barulho

O mais interessante dos Dodos é que é possível ouvir uma evolução nos discos deles: Em geral, Beware of the Maniacs pode ser resumido como “Um violão com bons arranjos e uma bateria intensa”. Visiter é “Um violão com melhores arranjos e uma bateria mais intensa”. Time to Die é “Uma guitarra elétrica e uma bateria infelizmente mais controlada”. E como é fica o No Color?

Como o Elvis, o crítico de plantão do Redfone, esta ocupado demais fazendo outras coisas que não sei o que são (é e melhor nem saber), irei fazer uma análise faixa por faixa que nem ele fez em suas outras crítica.

BLACK NIGHT: Somos recebidos por uma bateria tensa mas que se transforma durante a música. Não da para reconhecer a voz do Meric no começo, mas traz o espírito dos Dodos dos seus dois primeiros albúns.

GOING UNDER: Trocou de música? Nem percebi. Começa com num estilo leve: violão e bateria como no Beware of the Maniacs. De repente fica uma loucura: guitarra elétrica e uma bateria doidona. Eu, pessoalmente, a primeira parte da música é a mais interessante.

GOOD: Ok, eu perdoou a segunda parte de Going Under. Good tem um violão incrível e volta a raiz da música dos Dodos com novos elementos, como frases de guitarra e backing vocals de efeito.

SLEEP: Mudou de música? Nem percebi… de novo. Good cria uma ótima base para Sleep, que traz novamente o que os Dodos sabem fazer o de melhor: violão e uma bateria intensa (com direito a backing vocal mais presente). E também o melhor refrão do disco.

DON’T TRY TO HIDE IT: Se pedirem pra você dizer o nome de alguma música do No Color, essa será a última opção. Poderia ser uma faixa do disco Time to Die… infelizmente.

WHEN WILL YOU GO: Comparada ao No Color como um todo, essa é a faixa mais suave do álbum mesmo com a bateria intensa. Mas é uma boa faixa.

HUNTING SEASON: De volta ao estilo Dodos: começa calmo, mas termina no padrão da banda.

COMPANIONS: Essa é a faixa que mais se destaca do álbum por ser a mais diferente, um jeito de tocar que os Dodos nunca fizeram em seus moldes. E pela sonoridade, essa seria a faixa fofa.

DON’T STOP: E assim The Dodos fecham o álbum com chave de ouro.  É praticamente o resumo do disco inteiro e de seu estilo musical.

Concluindo, No Color tráz o melhor do The Dodos de uma outra maneira. Eles trazem um pouco do álbum Time to Die, o álbum que ninguém gosta, mas voltam as suas origens que seduz os seus ouvintes.

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